segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sol: estudo mostra que super flare destruiria camada de ozônio






Em 1859, uma violenta explosão solar praticamente bloqueou as comunicações telegráficas do planeta, eletrocutando técnicos e produzindo auroras boreais até nas latitudes baixas. Agora, um novo estudo mostra que se ocorresse uma super explosão solar, as consequências seriam ainda piores.




O estudo, publicado no periódico científico Nature foi realizado a partir de observações feitas com o telescópio espacial Kepler, da Nasa, que observa cerca de 100 mil estrelas em uma porção de céu situada entre 600 e 3 mil anos-luz da Terra. Durante 120 dias o telescópio registrou 368 super flares e para nossa sorte, apenas 0,2% das estrelas similares ao Sol apresentam explosões desse tipo.

Diferentes dos flares comuns produzidos pelo Sol, os super flares podem ser 10 mil vezes mais intensos, mas de acordo com Hiroyuki Maehara, da Universidade de Kyoto, no Japão, esses eventos são pouco frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol.
Além disso, os padrões registrados pelo telescópio Kepler indicam que essas super explosões podem estar associadas às interações magnéticas entre os planetas gigantes que orbitam próximos às estrelas, configuração diferente do nosso Sistema Solar onde os gigantes gasosos Júpiter e Saturno orbitam longe da estrela-mãe.

Mesmo sendo pouco provável a ocorrência de um super flare em nosso Sol, os cientistas não podem deixar de especular sobre o impacto que uma explosão desse tipo teria sobre a Terra. Segundo alguns modelos computacionais, na hipótese da Terra ser atingida diretamente por um super flare a camada de ozônio seria praticamente varrida, aumentando fortemente o nível de radiação ao nível do solo o que poderia provocar extinções generalizadas de algumas espécies.

Apesar dos super flares parecerem mortais a primeira vista, o estudo também mostra que alguns sistemas planetários distantes se beneficiariam do fenômeno, com o impacto das partículas carregadas fornecendo energia suficiente às atmosferas e iniciando as reações químicas necessárias ao desenvolvimento biológico.

A mais intensa

A tempestade geomagnética mais intensa que se tem registro foi denominada Evento Carrington e ocorreu entre agosto e setembro de 1859. A intensa tormenta foi testemunhada pelo astrônomo britânico Richard Carrington, que observou o fenômeno através da projeção da imagem do sol em uma tela branca. Na ocasião, a atividade geomagnética disparou uma série de explosões nas linhas telegráficas, eletrocutando técnicos e incendiando os papéis das mensagens em código Morse.




Relatos informam que as auroras boreais foram vistas até nas latitudes médias ao sul de Cuba e Havaí. Nas Montanhas Rochosas, no oeste da América do Norte, as auroras eram tão brilhantes que acordavam os camponeses antes da hora, que pensavam estar amanhecendo. As melhores estimativas mostram que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a supertempestade de maio de 1921.

Artes: No topo, concepção artística mostra explosão solar hipotética produzindo um super flare, 10 mil vezes mais intenso que os flares criados no Sol. Acima, observador contempla uma aurora boreal durante tempestade geomagnética. Créditos: Nasa, Apolo11.com.


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domingo, 20 de maio de 2012

Pen drive PQI i820

Organize.


Pen drive, hoje tornou-se um periférico obrigatório, nos mais variados modelos e com capacidade de armazenamento cada vez maior estão presentes em todos os lugares.

Dispositivo de armazenamento portátil e moderno ou você não se lembra como era antes com os disquetes; logo se tornaram marca de armazenamento de arquivos, documentos, musicas, etc...

A Pen Drive PQI I820 é a ferramenta ideal para o transporte de arquivos, dados, mp3 entre outros, sendo com certeza uma das menores encontradas no mercado se destaca por sua beleza e elegância, possui uma capa de couro em forma de chaveiro para ser acondicionada que com certeza valoriza ainda mais a qualidade do produto com um toque de elegância e beleza.


Características:
Capacidade de armazenamento 8GB.

Interface USB 2, USB 1.1.
Taxa de transferência 15MB/s.
Peso aproximado 10g.
Dimensões comprimento 29mm, largura 12mm, espessura 2,5mm.


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Ferramentas.


Ideal para pequenos trabalhos que exijam destreza estes pegadores com haste de aço carbono e cabo em polipropileno podem quebrar aquele galho. Suas possibilidades de aplicação nas mais diversas tarefas compensam sua aquisição.

Utilizo os meus com frequência na limpeza e manutenção de equipamentos eletrônicos e mecânicos, pois chegam onde nossas mãos com certeza não chegam.

Suas utilidades vão desde separar alguns fios até recolher alguma arruela que caiu em uma placa eletrônica ou mecanismo com a maior facilidade e praticidade.

Conjuntinho ideal para utilizar na limpeza de válvulas pneumáticas e hidráulicas, com certeza tem seu espaço dentro de tarefas de manutenção.

Com certeza um conjunto de ferramentas que podem facilitar em suas atividades diárias, sempre tenho o meu em conjunto com um pegador com garras, uma lupa e um pegador magnético telescópico.

Caracteristicas:

Haste em aço carbono.
Cabo em polipropileno.
Não possuem estojo para seu acondicionamento.
Valor pago R$ 8,75.


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